Um dia um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar ao seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma tortuosa trilha, cheia de curvas, subindo e descendo colinas.
No dia seguinte, outro animal que passava por ali, usou a mesma trilha torta para atravessar a floresta.
Depois foi a vez do carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.
Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saiam, viravam à direita, à esquerda, reclamando (até com um pouco de razão…) mas não faziam nada para mudar a trilha.
Depois de tanto uso, a trilha acabou virando estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em 3 horas a distância que poderia ser vencida em no máximo, uma hora.
Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo. Posteriormente, a avenida principal da cidade. Logo a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro. Centenas de anos antes.
Os homens têm a tendência de seguir, como cegos, por trilhas feitas por outros, muitas vezes inexperientes, e se esforçam a repetir o que os outros já fizeram.
E a velha floresta, do alto de sua sabedoria, ria daquelas pessoas que percorriam a trilha como se fosse um único caminho… sem se atrever a mudá-lo.
A propósito, qual é o seu caminho?
sábado, 5 de Dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
MINDFULNESS PARA MANAGERS
Se tanto o coração como a cabeça apontam numa direcção,
não perca tempo a dar atenção aos seus pés!
(Dá que pensar!)
não perca tempo a dar atenção aos seus pés!
(Dá que pensar!)
Há sempre um espaço de simpatia e de criação no Universo.
"Eu sou uma pessoa paciente, tolerante e gentil."
Por Daniela Sofia.
quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
ATINGIR MAIS DE FORMA MAIS FÁCIL
Neste fim-de-semana teve lugar em Lisboa (na NewFreedom) mais um curso de iniciação à PNL em 2 dias. Dos 20 presentes no curso "Atingir mais de forma mais fácil" recebi alguns mail que compartilho:
Penso que correu muito bem.
Num fim-de-semana, também não se poderia aprofundar mais a pratica (o que é pena), mas de certeza que saímos todos mais ricos. Pelo menos, estou a falar por mim, para quem há um ano atrás era um pouco céptico neste tipo de matérias, reconheço agora as suas potencialidades e o longo caminho que teremos de percorrer.
Mas dei, decididamente, os meus primeiros e vigorosos passos nesse caminho.
Muito haveria para dizer/escrever sobre a experiencia vivida neste fim-de-semana, mas não haveria palavras para descrever todos os sentimentos que vieram ao de cima e o que ainda sinto pensando no que ali se passou.
Obrigado a todos, tanto aos alunos como ao professor
J.B.
Não sei porquê mas fiquei doente no dia seguinte.
Talvez tenha algum significado que não me é acessível a nivel do consciente.
Foi muita informação e muito forte para mim e tenho que a absorver com algum tempo.
… Vamos dar um contributo para um mundo melhor tal como a canção dizia.
Beijos com agradecimento pelo apoio que me foi dado.
I.R.
… posso dizer que o balanço é muito positivo e fiquei surpreendida com o conteúdo e com os exercícios, que apesar de serem tão “simples” me deram tantos insights e tão preciosos para o meu desenvolvimento pessoal.
Estou ainda a assimilar tudo o que “descobri” sobre mim e como vou utilizar as ferramentas que a PNL nos faculta, para criar o meu “poder sem limites”!
Tenho a certeza que no decorrer dos próximos dias vou obter ainda mais respostas, pois neste momento a minha mente está ainda muito confusa, mas é uma confusão positiva e entendo que necessária para “atingir mais e mais fácil”!
E eu sei que vou atingir, não só porque eu quero, mas também porque agora tenho as ferramentas necessárias.
Toda a organização foi excelente, e tudo correu na perfeição.
O José Figueira é um excelente formador e sente-se a paixão e o conhecimento que tem, dava para perceber que apesar de dar formação em PNL há tantos anos, ainda fica surpreendido com os resultados que ele e o formando alcançam após um exercício!
F.G.
A única coisa não tão boa foi não ter sido um curso com mais movimento (que no meu caso acabou por não facilitar em alguns momentos a assimilação dos conteúdos). De resto, adorei os conteúdos dados, gostei da energia do José Figueira, dos momentos partilhados dentro e fora do workshop com todos os participantes, das risadas, dos exercícios de reflexão e visualização, dos insights, dos conhecimentos adquiridos e outros ainda em integração…
A.
… foi uma experiência bastante original e rica em termos humanos. Acolhimento bastante informal e boa coordenação. Talvez fosse interessante nos exercícios prácticos(visualizações/meditações), tornar o ambiente mais propício com luz adequada e mesmo aromaterapia!
A.C.
http://www.pnl-portugal.com/
Penso que correu muito bem.
Num fim-de-semana, também não se poderia aprofundar mais a pratica (o que é pena), mas de certeza que saímos todos mais ricos. Pelo menos, estou a falar por mim, para quem há um ano atrás era um pouco céptico neste tipo de matérias, reconheço agora as suas potencialidades e o longo caminho que teremos de percorrer.
Mas dei, decididamente, os meus primeiros e vigorosos passos nesse caminho.
Muito haveria para dizer/escrever sobre a experiencia vivida neste fim-de-semana, mas não haveria palavras para descrever todos os sentimentos que vieram ao de cima e o que ainda sinto pensando no que ali se passou.
Obrigado a todos, tanto aos alunos como ao professor
J.B.
Não sei porquê mas fiquei doente no dia seguinte.
Talvez tenha algum significado que não me é acessível a nivel do consciente.
Foi muita informação e muito forte para mim e tenho que a absorver com algum tempo.
… Vamos dar um contributo para um mundo melhor tal como a canção dizia.
Beijos com agradecimento pelo apoio que me foi dado.
I.R.
… posso dizer que o balanço é muito positivo e fiquei surpreendida com o conteúdo e com os exercícios, que apesar de serem tão “simples” me deram tantos insights e tão preciosos para o meu desenvolvimento pessoal.
Estou ainda a assimilar tudo o que “descobri” sobre mim e como vou utilizar as ferramentas que a PNL nos faculta, para criar o meu “poder sem limites”!
Tenho a certeza que no decorrer dos próximos dias vou obter ainda mais respostas, pois neste momento a minha mente está ainda muito confusa, mas é uma confusão positiva e entendo que necessária para “atingir mais e mais fácil”!
E eu sei que vou atingir, não só porque eu quero, mas também porque agora tenho as ferramentas necessárias.
Toda a organização foi excelente, e tudo correu na perfeição.
O José Figueira é um excelente formador e sente-se a paixão e o conhecimento que tem, dava para perceber que apesar de dar formação em PNL há tantos anos, ainda fica surpreendido com os resultados que ele e o formando alcançam após um exercício!
F.G.
A única coisa não tão boa foi não ter sido um curso com mais movimento (que no meu caso acabou por não facilitar em alguns momentos a assimilação dos conteúdos). De resto, adorei os conteúdos dados, gostei da energia do José Figueira, dos momentos partilhados dentro e fora do workshop com todos os participantes, das risadas, dos exercícios de reflexão e visualização, dos insights, dos conhecimentos adquiridos e outros ainda em integração…
A.
… foi uma experiência bastante original e rica em termos humanos. Acolhimento bastante informal e boa coordenação. Talvez fosse interessante nos exercícios prácticos(visualizações/meditações), tornar o ambiente mais propício com luz adequada e mesmo aromaterapia!
A.C.
http://www.pnl-portugal.com/
sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Hoje
desejo ver em tudo a paz em vez dos ajustamentos que criei, para justificar a dor que não pode existir fora de mim. Transformo agora os meus limites em liberdade.
HPO
HPO
"O início do processo de despertar é um acto de graça divina, Não podemos desencadeá-lo nem prepararmo-nos para ele, tão pouco ir acumulando créditos, por assim dizer. Não existe qualquer sequência metódica de passos lógicos que nos conduzam a este processo, embora a mente adorasse que existisse (...)"
Eckhart Tolle
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
Na inveja parece não haver nada! Uma desilusão apenas.
Ter inveja de "alguma coisa do corpo", uma crença muito importante na impotência emocional. Existe em mim sempre uma maneira de a superar no poder que me foi dado.
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Inveja...coisa tão feia...
O termómetro do sucesso é apenas a inveja dos descontentes. (Salvador Dali)
Evitamos a inveja se guardarmos as alegrias para nós próprios.
(Séneca)
Há poucos homens capazes de prestar homenagem ao sucesso de um amigo, sem qualquer inveja.
(Ésquilo)
A inveja é tão vil e vergonhosa que ninguém se atreve a confessá-la.
(Ramón Cajal)
Toda a gente é capaz de sentir os sofrimentos de um amigo.
Ver com agrado os seus êxitos exige uma natureza muito delicada.
(Oscar Wilde)
Não ligo que me olhem da cabeça aos pés...
porque nunca farão minha cabeça e nunca chegarão aos meus pés.
(Bob Marley)
Não grite sua felicidade tão alto, a inveja tem sono leve.
(Autor desconhecido)
É tão natural destruir o que não se pode possuir,
negar o que não se compreende, insultar o que se inveja.
(Honoré de Balzac)
O grau de inveja alheia determina o quanto somos bem-sucedidos.
(David Saleeby)
A maior arma contra a inveja alheia, é ser incondicionalmente feliz!
(Carla Amaral Vidotti)
Brilhar
Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um
pirilampo. Ele fugia com medo da feroz
predadora, mas a cobra não desistia. Um dia, já sem forças,
O pirilampo parou e disse à cobra:
- Posso fazer três perguntas?
- Podes. Não costumo abrir esse precedente, mas
já que te vou comer, podes perguntar.
- Pertenço à tua cadeia alimentar?
- Não.
- Fiz-te alguma coisa?
- Não.
- Então porque é que me queres comer?
- PORQUE NÃO SUPORTO VER-TE BRILHAR!
E é assim....
Diariamente, tropeçamos em cobras!
pirilampo. Ele fugia com medo da feroz
predadora, mas a cobra não desistia. Um dia, já sem forças,
O pirilampo parou e disse à cobra:
- Posso fazer três perguntas?
- Podes. Não costumo abrir esse precedente, mas
já que te vou comer, podes perguntar.
- Pertenço à tua cadeia alimentar?
- Não.
- Fiz-te alguma coisa?
- Não.
- Então porque é que me queres comer?
- PORQUE NÃO SUPORTO VER-TE BRILHAR!
E é assim....
Diariamente, tropeçamos em cobras!
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
SE
Se consegues manter a calma quando à tua volta
Todos a perdem e te culpam por isso,
Se consegues manter a confiança em ti próprio quando todos duvidam de ti,
Mas fores capaz de aceitar também as suas dúvidas;
Se consegues esperar sem te cansares com a espera,
Ou, sendo caluniado, não devolveres as calúnias;
Ou, sendo odiado, não cederes ao ódio,
E, mesmo assim, não pareceres demasiado condescendente nem altivo:
Se consegues sonhar – e não ficares dependente dos teus sonhos;
Se consegues pensar – e não transformares os teus pensamentos nas tuas certezas;
Se consegues defrontar-te com o Triunfo e a Derrota
E tratar do mesmo modo esses dois impostores;
Se consegues suportar ouvir a verdade do que disseste,
Transformada, por gente desonesta, em armadilha para enganar os tolos,
Ou ver destruídas as coisas por que lutaste toda a vida,
E, mantendo-te fiel a ti próprio, reconstruí-las com ferramentas já gastas;
Se és capaz de arriscar tudo o que conseguiste
Numa única jogada de cara ou coroa,
E, perdendo, recomeçar tudo do princípio,
Sem lamentar o que perdeste;
Se consegues obrigar o teu coração e os teus nervos
A ter força para aguentar mesmo quando já estão exaustos,
E continuares, quando em ti nada mais resta
Que a Vontade que lhes diz: “ Resistam!”
Se consegues falar a multidões sem te corromperes,
Ou conviveres com reis sem perder a naturalidade,
Se consegues nunca te sentir ofendido seja por inimigos, seja por amigos queridos;
Se todos podem contar contigo, mas sem que os substituas;
Se consegues preencher cada implacável minuto
Com sessenta segundos que valham a pena ser vividos,
É tua a Terra e tudo o que nela existe,
E – o que é ainda mais – então, meu filho, serás um Homem.
Rudyard Kipling - Escritor Inglês e Prémio Nobel da Literatura em 1907(1865-1936)
Todos a perdem e te culpam por isso,
Se consegues manter a confiança em ti próprio quando todos duvidam de ti,
Mas fores capaz de aceitar também as suas dúvidas;
Se consegues esperar sem te cansares com a espera,
Ou, sendo caluniado, não devolveres as calúnias;
Ou, sendo odiado, não cederes ao ódio,
E, mesmo assim, não pareceres demasiado condescendente nem altivo:
Se consegues sonhar – e não ficares dependente dos teus sonhos;
Se consegues pensar – e não transformares os teus pensamentos nas tuas certezas;
Se consegues defrontar-te com o Triunfo e a Derrota
E tratar do mesmo modo esses dois impostores;
Se consegues suportar ouvir a verdade do que disseste,
Transformada, por gente desonesta, em armadilha para enganar os tolos,
Ou ver destruídas as coisas por que lutaste toda a vida,
E, mantendo-te fiel a ti próprio, reconstruí-las com ferramentas já gastas;
Se és capaz de arriscar tudo o que conseguiste
Numa única jogada de cara ou coroa,
E, perdendo, recomeçar tudo do princípio,
Sem lamentar o que perdeste;
Se consegues obrigar o teu coração e os teus nervos
A ter força para aguentar mesmo quando já estão exaustos,
E continuares, quando em ti nada mais resta
Que a Vontade que lhes diz: “ Resistam!”
Se consegues falar a multidões sem te corromperes,
Ou conviveres com reis sem perder a naturalidade,
Se consegues nunca te sentir ofendido seja por inimigos, seja por amigos queridos;
Se todos podem contar contigo, mas sem que os substituas;
Se consegues preencher cada implacável minuto
Com sessenta segundos que valham a pena ser vividos,
É tua a Terra e tudo o que nela existe,
E – o que é ainda mais – então, meu filho, serás um Homem.
Rudyard Kipling - Escritor Inglês e Prémio Nobel da Literatura em 1907(1865-1936)
domingo, 15 de Novembro de 2009
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Linguagem Corporal
Albert Mehrabian, professor de psicologia da Universidade da Califórnia (UCLA), conduziu a partir de 1967 estudos que originaram a Teoria 7-38-55, publicada no Journal of Consulting Psychology com o título “Inference of attitudes from nonverbal communication in two channels”.
O estudo indica que no processo de comunicação:
Veja um exemplo no vídeo a seguir:
O estudo indica que no processo de comunicação:
- 7% do impacto da mensagem decorre de seu conteúdo,
- 38% da comunicação verbal (volume, intensidade e velocidade da voz)
- 55% da linguagem não-verbal (gestos, postura, contacto visual
Veja um exemplo no vídeo a seguir:
Etiquetas:
comunicação,
linguagem corporal,
nlp,
pnl
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
PENSAMENTOS PARA ESTA SEMANA
Há momentos que se não podem guardar num álbum. Só podem guardar-se unicamente no coração.
(Gus Lieberwerth)
Às vezes não é a luz mas são justamente as sombras que nos ajudam a ver melhor as coisas.
(Olaf Hoenson)
Enviado por “Dagelijksegedachte” - Holanda
(Gus Lieberwerth)
Às vezes não é a luz mas são justamente as sombras que nos ajudam a ver melhor as coisas.
(Olaf Hoenson)
Enviado por “Dagelijksegedachte” - Holanda
domingo, 8 de Novembro de 2009
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
sábado, 31 de Outubro de 2009
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM A AJUDA DA BRUXA

1. Concentre-se num problema actual, numa pergunta pertinente que se joga neste momento na sua vida, numa sensação altamente desagradável que o invade, num comportamento obsessivo ou numa crença qualquer limitadora que esteja, no seu entender, a destruir a sua vida.
2. Faça um break, quer dizer, respire fundo ou faça outra coisa qualquer que o distraia da sua preocupação.
3. Pense em todos os livros que leu ou histórias que ouviu sobre bruxas, magos, feiticeiros… Empregue bem o seu tempo agora, reviva, reveja, ouça, sinta. Deixe-se invadir por esse mundo fantástico. Quanto mais acreditar em bruxas, menos controle tem sobre a situação mas mais interessante a experiência se torna!
4. Escolha a sua bruxa favorita (ou mago ou feiticeiro se é uma mulher e se prefere alguém do outro sexo; ou escolha um mago ou feiticeiro se é homem e essa escolha lhe dá mais segurança ou lhe oferece mais perspectivas – o conteúdo em PNL não é importante, trata-se do recurso, da estrutura).
5. Exponha à bruxa o seu problema, pergunta, o problemático da sensação, a convicção limitadora, o comportamento obsessivo,
6. Mantenha-se então em silêncio obedecendo aos 7 factores duma atenção consciente e desperta (não julgar, paciência, abertura, confiança, não-actividade, aceitação e desprendimento). Faça-o durante o tempo que for necessário.
7. Quando começar a sentir a resposta dentro de si, deixe que o seu corpo comece a movimentar-se subtilmente num ritmo correspondente à sensação que a resposta da bruxa provocou dentro de si.
8. Dance então com a bruxa, dance até à exaustão.
9. Faça um teste. Pergunte-se, por exemplo: onde está o problema? Ou investigue se ainda o consegue sentir, manifestar o comportamento obsessivo ou acreditar na crença que pensava que o limitava?
10. Faça o future pace, a ponte para o futuro: certifique-se do que se modificou na sua vida em, pelo menos, 3 contextos diferentes no futuro, situações essas que se tivessem acontecido anteriormente, você teria esperado encontrar o mesmo comportamento, sensação, crença, Verifique que desapareceu mesmo.
11. Se ainda há algo que não sente totalmente como apaziguado e promissor, aproveite então este momento mágico de estar na bruxa, exponha-lhe as objecções, espere a resposta e dance, dance com a bruxa. Não há nada melhor no mundo que dançar com a bruxa.
12. Se o problema está mesmo resolvido, trate de arranjar outro problema o mais depressa possível. É que é muito aprazível este contacto com bruxas!
Autor:
José Figueira
2. Faça um break, quer dizer, respire fundo ou faça outra coisa qualquer que o distraia da sua preocupação.
3. Pense em todos os livros que leu ou histórias que ouviu sobre bruxas, magos, feiticeiros… Empregue bem o seu tempo agora, reviva, reveja, ouça, sinta. Deixe-se invadir por esse mundo fantástico. Quanto mais acreditar em bruxas, menos controle tem sobre a situação mas mais interessante a experiência se torna!
4. Escolha a sua bruxa favorita (ou mago ou feiticeiro se é uma mulher e se prefere alguém do outro sexo; ou escolha um mago ou feiticeiro se é homem e essa escolha lhe dá mais segurança ou lhe oferece mais perspectivas – o conteúdo em PNL não é importante, trata-se do recurso, da estrutura).
5. Exponha à bruxa o seu problema, pergunta, o problemático da sensação, a convicção limitadora, o comportamento obsessivo,
6. Mantenha-se então em silêncio obedecendo aos 7 factores duma atenção consciente e desperta (não julgar, paciência, abertura, confiança, não-actividade, aceitação e desprendimento). Faça-o durante o tempo que for necessário.
7. Quando começar a sentir a resposta dentro de si, deixe que o seu corpo comece a movimentar-se subtilmente num ritmo correspondente à sensação que a resposta da bruxa provocou dentro de si.
8. Dance então com a bruxa, dance até à exaustão.
9. Faça um teste. Pergunte-se, por exemplo: onde está o problema? Ou investigue se ainda o consegue sentir, manifestar o comportamento obsessivo ou acreditar na crença que pensava que o limitava?
10. Faça o future pace, a ponte para o futuro: certifique-se do que se modificou na sua vida em, pelo menos, 3 contextos diferentes no futuro, situações essas que se tivessem acontecido anteriormente, você teria esperado encontrar o mesmo comportamento, sensação, crença, Verifique que desapareceu mesmo.
11. Se ainda há algo que não sente totalmente como apaziguado e promissor, aproveite então este momento mágico de estar na bruxa, exponha-lhe as objecções, espere a resposta e dance, dance com a bruxa. Não há nada melhor no mundo que dançar com a bruxa.
12. Se o problema está mesmo resolvido, trate de arranjar outro problema o mais depressa possível. É que é muito aprazível este contacto com bruxas!
Autor:
José Figueira
(com o agradecimento às bruxas que têm participado nos meus projectos de modelagem)
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
COMEMORANDO HALLOWEEN (O Dia das Bruxas)
LILITH, O LADO ESCURO DA LUA

Cuidadosamente apagada da Bíblia cristã, Lilith permanece como símbolo de rebelião à repressão do feminino na psique e na sociedade. O mito Lilith mostra bem a passagem do matriarcado para o patriarcado.
Tanto na literatura ortodoxa como na apócrifa, a sombra de Lilith seguiu cercando as mulheres até o século XV d. C. Nessa época, e utilizando as mesmas imagens incorporadas em Lilith, milhares delas foram acusadas de copular com o demônio, matar crianças e seduzir homens, ou seja, de serem bruxas.
Quer ler toda a história de Lilith, a deusa da noite?
Clique:
http://www.rosanevolpatto.trd.br/lilith.html
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
A TEORIA DAS PARTES
A "teoria das partes" (um dos axiomas básicos da PNL) é explicada na sua essência de forma magistral por Eckhart Tolle:
"O ego nasce através de uma segmentação na psique humana, em que a identidade se divide em duas partes, que podemos designar por «eu» e «eu próprio»... Vivemos com uma imagem mental de nós próprios, uma identidade conceptual com a qual estabelecemos uma relação. A própria vida é conceptualizada e separada de quem somos quando falamos da «minha vida»... Se tal coisa existe, a «minha vida», isso quer dizer que eu e a vida somos duas coisas separadas e, por isso, eu também posso perder a minha vida, o meu tesouro imaginário. A morte torna-se uma realidade aparente e uma ameaça... A noção da «minha vida» é a ilusão original da separação, a génese do ego... "
(encontram este texto nas páginas 108 e 109 de "Um novo mundo, despertar para a essência da vida" de Eckhart Tolle)
Aliás, se querem ler e meditar sobre os princípios básicos da PNL, como por exemplo, "o mapa não é o território", quer dizer, aquilo que imaginamos sobre nós não somos nós, leiam J. Krishnamurti (que, pelo que sei, nunca foi citado nem tem nada a ver formalmente com PNL).
"O ego nasce através de uma segmentação na psique humana, em que a identidade se divide em duas partes, que podemos designar por «eu» e «eu próprio»... Vivemos com uma imagem mental de nós próprios, uma identidade conceptual com a qual estabelecemos uma relação. A própria vida é conceptualizada e separada de quem somos quando falamos da «minha vida»... Se tal coisa existe, a «minha vida», isso quer dizer que eu e a vida somos duas coisas separadas e, por isso, eu também posso perder a minha vida, o meu tesouro imaginário. A morte torna-se uma realidade aparente e uma ameaça... A noção da «minha vida» é a ilusão original da separação, a génese do ego... "
(encontram este texto nas páginas 108 e 109 de "Um novo mundo, despertar para a essência da vida" de Eckhart Tolle)
Aliás, se querem ler e meditar sobre os princípios básicos da PNL, como por exemplo, "o mapa não é o território", quer dizer, aquilo que imaginamos sobre nós não somos nós, leiam J. Krishnamurti (que, pelo que sei, nunca foi citado nem tem nada a ver formalmente com PNL).
Todas as coisas são como são feitos os sonhos - Shakespeare
"Minha intenção hoje é de comunicar através da escuta profunda da minha mente, coração e alma."
"Deixe o eterno estar no comando do tempo. Sinta o mundo em vez de tentar compreendê-lo. Busca o seu próprio mistério."
"Vire para a evolução da entropia. Comprometa-se na consciência mais profunda. Seja generoso de espírito. Abraçar todos os dias como um novo mundo."
"Minha intenção hoje é que as minhas palavras e acções produzam alegria a todos aqueles que as tocam."
"O momento atual não muda nem acaba. Apenas as situações que o rodeiam estão sempre a mudar."
"Mesmo o momento presente desaparece no passado e se desdobra para o futuro continuar a ser o presente. Entre e vislumbre a eternidade."
"A consciência é o efeito do observador . Ela recolhe as nuvens de probabilidade em eventos espaço-tempo."
"Liberdade é saber que em cada momento de agora, temos acesso a uma gama infinita de opções."
Por DEEPAK CHOPRA.
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
"Ninguém pode construir em teu lugar
as pontes que precisarás para atravessar o rio da vida
- ninguém, excepto tu,
só tu."
enviado pela Marisol Couto Pinhal
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

CONHEÇA BEM AS ASAS QUE TEM, é o título do novo Livro de Maria José Costa Félix, lançado hoje em Lisboa, no Grémio Literário, pelas 21h30.
Esta obra revela uma mensagem muito especial ao recordar-nos que trazemos dentro de nós, o brilho de que precisamos para chegarmos onde queremos, através da semente eterna da nossa criatividade individual, e que chegou a hora de a celebrarmos em consciência e partilha colectiva.
Nela poderão encontrar testemunhos de pessoas que, acreditando na possibilidade de não serem aprisionadas seja pelo que for, abriram novos caminhos de esperança, provando que podemos ir sempre mais longe.
O Tema Astrológico de Portugal e a missão das nossas asas nacionais , é brilhantemente apresentado, bem como algumas cartas astrológicas de importantes figuras da nossa história, como a de Fernando Pessoa, numa escrita clara, inspiradora e profunda, como já conhecemos nas obras de Maria José.
Se a todos nós está a ser perguntado, "How and for What we came together in a colective way...?" este Livro da Maria José não podería estar mais alinhado com a urgência do despertar de consciência da nossa natureza individual, do espírito criativo que nos anima, e da direcção colectiva a que as nossas asas precisam de se abrir.
O emergir desta nova consciência cósmica só vem reforçar o trabalho que cada um de nós tem de fazer no sentido de acreditar que é possível viver na Esperança e na Fé, mesmo nestes tempos tão conturbados, se ousarmos SER QUEM SOMOS, e ao mesmo tempo formos dissolvendo as "feridas" que ainda nos vedam o espaço e o tempo que se abre para novas possibilidades, neste século XXI, na aclamada Era de Aquário.
Para mim este Livro representa uma espécie de "DownLoad" de uma "Nova Visão", que muito pode contribuir para o nosso despertar individual e nacional. Precisamos de nos render à transformação e à mudança, e teremos de fazê-lo todos juntos movidos pela união dos nossos recursos, talentos, dons, ASAS individuais, com um propósito MAIOR!
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Síndrome de Procusto

Na mitologia grega, um gigante chamado Procusto convidava pessoas para passarem a noite em sua cama de ferro. Mas havia uma armadilha nesta hospitalidade: ele insistia que os visitantes coubessem, com perfeição, na cama. Se eram muito baixos, ele os esticava; se eram altos, cortava suas pernas.
Ninguém sobrevivia, pois nunca uma vítima se ajustava exatamente ao tamanho da cama.
Por mais artificial que isto possa parecer, será que não gastamos um bocado de energia emocional tentando alterar ou "enquadrar" outras pessoas de formas diversas, embora menos drásticas?
Esperamos, com frequência, que os outros vivam segundo nossos padrões e ideais, ajustando-se aos nossos conceitos de como eles deveriam ser. Ou então, assumimos a responsabilidade de torná-los felizes, bem ajustados e emocionalmente saudáveis.
A verdade é que grande parte dos atritos que existem nos relacionamentos acontecem quando tentamos impor nossa vontade aos outros - quando tentamos administrá-los e controlá-los.
De tempos em tempos, em graus variados, assumimos responsabilidades que não nos pertencem. Tentamos dirigir a vida das outras pessoas, com a intenção de influenciar tudo, desde a dieta até a escolha de roupas, decisões financeiras e profissionais. Tomamos partido e ficamos excessivamente envolvidos, até encontramos ou criamos problemas onde não existem para poder criticar e oferecer conselhos.
É preciso entender que ninguém muda até que deseje fazê-lo, esteja disposto a mudar e pronto, para tomar as atitudes necessárias para efetuar a mudança. E por este motivo que o resultado de nosso "procustianismo" é, contudo, sempre o mesmo. Estamos destinados a fracassar em nossos esforços para controlar ou modificar alguém, não importa o quanto sejam nobres nossas intenções. E estamos destinados a terminar num turbilhão - frustrados, ressentidos e cheios de auto-piedade.
E o que dizer das pessoas que tentamos orientar? Por outro lado, mostramos falta de respeito por seus direitos como indivíduos, privando-as da oportunidade de aprender através de suas próprias escolhas, decisões e erros. Em resumo, nosso relacionamento com aqueles com os quais declaramos nos preocupar profundamente torna-se desarmonioso e forçado.
Permita que os outros vivam sua vida, enquanto vivemos a nossa - viva e deixe viver.
(autor desconhecido)
Simbologia:
Procusto representa a intolerância do homem em relação ao seu semelhante. O mito já foi usado como metáfora para criticar tentativas de imposição de um padrão em várias áreas do conhecimento, como na sociedade, na economia, na política, na educação, na história, na ciência e na administração.
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Ser
As pessoas que não procuram aparentar mais do que realmente são destacam-se de forma notável e são as únicas que efectivamente fazem diferença neste mundo.São as portadoras da nova consciência. Tudo o que fazem é fortalecido, pois está em sintonia com o propósito do todo. A sua influência ultrapassa de longe o âmbito das suas acções e funções.
A mera presença destas pessoas - simples, natural, despretensiosa - tem um efeito transformador naqueles com quem contactam.
Não tentamos ser ninguém em especial.
Somos mais poderosos e mais eficazes quando somos nós próprios em toda a nossa plenitude.
(Eckhart Tolle em Um Novo Mundo)
domingo, 18 de Outubro de 2009
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
terça-feira, 13 de Outubro de 2009
Corpo e mente influenciam-se um ao outro.
sábado, 10 de Outubro de 2009
Os 7UP Juniors da PNL iniciaram e terminaram hoje o 1º módulo de PNL em Fátima no IPPNL

Começou e acabou neste Sábado 10 de Outubro o 1º módulo de "PNL, PODER SEM LIMITES" Junior. Extraordinária a atitude de curiosidade e entusiasmo dos "7UP Juniors" neste 1º dia de treino. São uma elite. Foi delicioso para nós trainers, António Vieira e Miguel Ferreira este desafio de compartilhar com jovens estudantes a metodologia da Programação Neurolinguística aplicada à aprendizagem escolar. Foi altamente enriquecedor.
Um abraço ao Zé Figueira e aos "antigos" 7UP
Um abraço ao Zé Figueira e aos "antigos" 7UP
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
INSPIRAÇÕES - "Mindfulness"
Cada vez que te julgas a ti próprio,
destróis o teu próprio coração.
Swami Kripalvananda
sábado, 3 de Outubro de 2009
"THE WORLD AS I SEE IT"
O verdadeiro valor dum ser humano é determinado em primeiro lugar pela medida e sentido em que tenha atingido a libertação do ego. ALBERT EINSTEIN
sexta-feira, 2 de Outubro de 2009
O ELOGIO DO AMOR PURO

“Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e
da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.” (Miguel Esteves Cardoso)
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e
da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.” (Miguel Esteves Cardoso)
sábado, 26 de Setembro de 2009
Os Cinco Passos Para o Sucesso
1. Tenha Um Objectivo (Meta)
Você deve ter um objectivo para tudo que faz. Escolher não fazer nada ou perambular pela vida é um objectivo – perceba que você é que escolheu isso e se pergunte: "Como é que este objectivo me está servindo?" Quando você não tem nada específico para alcançar, tem muita gente que tem e, muitas vezes, você se depara ajudando-as a atingir o objectivo delas! Quando isso acontece, você pode sentir que alguém tirou vantagem de você ou pode culpar a outra pessoa. Ou deve perceber que foi você que escolheu esse caminho e, ao fazer isso, criou os resultados decorrentes. Não há ninguém para ser responsabilizado. Fique consciente das escolhas que você está fazendo na sua vida e das consequências (recompensas) que surgem. Qual é o seu objectivo ao ler este artigo? Se for simplesmente ler este artigo – congratule-se, você está a caminho de alcançá-lo! Ou você pode querer considerar o seguinte objectivo: encontrar pelo menos uma ideia neste artigo que se você a aoptar hoje, pode mudar a sua vida para melhor.Quando você estiver pronto, porque não estabelece outros objetivos que gostaria de alcançar na área da saúde, dos relacionamentos, da carreira, da família...?
2. Faça alguma coisa
Muitas pessoas com um objetivo claro não agem para alcançá-lo. Quantas vezes você não ouviu um amigo (ou até você mesmo) falar apaixonadamente sobre construir ou alcançar algo ou fazer uma viagem especial e, no entanto, ele nunca se empenhou completamente e aquilo permanece apenas um sonho.Apenas para ilustrar, suponha que o meu objetivo é viajar esse fim de semana para Toronto (a cerca de 440 km a oeste de Ottawa, onde eu vivo) para desfrutar dos restaurantes e da vida noturna. A não ser que eu faça algo, tal como entrar no carro e dirigir para Toronto (ou tomar um ônibus, trem ou avião), isso irá permanecer como um objetivo que eu gostaria de alcançar no próximo fim de semana, no próximo mês, no próximo ano,...
3. Use a sua acuidade sensorial
Você precisa prestar atenção e ter alguma forma de medir para saber se está ou não fazendo progresso em relação ao seu objetivo. Ou, talvez, você já o alcançou ou está indo na direçcão errada.Retornando ao nosso exemplo de desfrutar um agradável final de semana em Toronto, suponha que eu estou dirigindo na estrada da vida, quando uma placa indica "Cidade de Quebec a 30 km" (a cidade de Quebec fica a cerca de 460 km a LESTE de Ottawa!). Eu posso notar essa informação ou como fazemos muitas vezes – escolher ignorá-la e continuar a minha jornada. Você já não fez isto? Eu sei que já fiz quando não estava prestando atenção ao que era importante para mim e ao que estava acontecendo na minha vida!
4. Seja Flexível
Realmente, alguns vêem as placas de sinalização da vida e escolhem não reconhecer que precisam mudar de rumo, de comportamento, etc.No nosso exemplo, eu posso escolher e perceber que dirigi 400 km na direção errada (leste, quando meu destino era oeste) e esperar, que se eu persistir bastante tempo nessa direção, eventualmente tudo vai dar certo. Ou eu posso tomar consciência da placa de sinalização e decidir explorar quais são as outras opções disponíveis para mim – retornar no próximo retorno e me dirigir para Toronto, dirigir para a cidade de Quebec e pegar um avião para Toronto, ou escolher passar o fim de semana em Quebec e desfrutar dos seus restaurantes e da vida nocturna.
5. Assuma a Fisiologia e a Psicologia da Excelência
Lembre-se que seus pensamentos (representações internas) afectam a sua fisiologia e que a sua fisiologia afecta os seus pensamentos. Na sua mente, você deve ter pensamentos (imagens, sons, sensações, sabor e cheiros) para alcançar o seu objetivo, enquanto adopta a fisiologia de já o ter alcançado.Isso lembra-me uma história verídica que me foi contada por um estudante de uma das minhas turmas. Ele tinha um amigo que, depois de graduar no segundo grau, queria ser executivo de uma instituição financeira. Depois da graduação, o melhor emprego que ele conseguiu encontrar foi no sector de expedição de correspondência de uma instituição financeira. De modo nenhum isso o intimidou. Todos os dias, ele se apresentava para o trabalho de fato e gravata e se conduzia como se já fosse um executivo – porque na sua mente, ele era um executivo que, só por acaso, estava tendo uma pequena experiência na expedição. Você acha que ele foi notado? Com certeza! Você acha que ele progrediu na instituição financeira – SIM! Alguns anos mais tarde, a administração reconheceu o que ele sabia desde o princípio e oficialmente o nomearam executivo da instituição financeira.
E a PNL é muito mais do que isto!
Roger Ellerton, PhD, é Trainer de PNL certificado, consultor certificado de administração, fundador e sócio gerente da Renewal Technologies. O artigo acima é baseado no seu livro Live Your Dreams Let Reality Catch Up: NLP and Common Sense for Coaches, Managers and You.
segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
Dentro e fora, o exterior e o interior, o visível e o invisível...
Quem olha para fora, sonha.
Quem olha para dentro, desperta.
Carl Jung
*
Quando a sua consciência
está direccionada para o exterior,
a mente e o mundo despertam.
Quando está direccionada para o interior,
apercebe-se da sua própria Origem
e regressa a casa, ao Não Manifesto.
Eckhart Tolle
sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar.
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução. Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis. Decidi ver cada noite como um mistério a resolver. Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las. Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir. Aprendi que o melhor triunfo que posso ter é ter o direito de chamar a alguém de "Amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado e enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar...
Agora simplesmente durmo para sonhar.
(Walt Disney)
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução. Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis. Decidi ver cada noite como um mistério a resolver. Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las. Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir. Aprendi que o melhor triunfo que posso ter é ter o direito de chamar a alguém de "Amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado e enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar...
Agora simplesmente durmo para sonhar.
(Walt Disney)
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
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